bom ano novo para todos, vai começar mais uma nova etapa de estudo intensívo, após umas curtissimas férias.
Mostrar mensagens com a etiqueta sobre mim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sobre mim. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Zoltán Kodály, segundo wikipédia.
Zoltán Kodály ( Kecskemét, 16 de Dezembro de 1882 - Budapeste, 6 de Março de 1967) foi um compositor, etnomusicólogo, educador, linguista e filósofo húngaro.Kodály foi um dos mais destacados músicos húngaros de todos os tempos. O seu estilo musical atravessou num estádio inicial uma fase pós-romântica vienense e evoluiu para um período de mistura de folclore e complexas harmonias, num estilo partilhado com Béla Bartók. Estudou em Galánta, cidade a que dedicou as suas conhecidas Danças, e em Nagyszombat. Depois, em Budapeste, foi aluno na Academia de música Franz Liszt, onde estudou com Hans von Koessler. Em 1906, depois de terminado o curso de letras, fez uma viagem de estudo a Berlim. Começou nesse ano a investigar sobre o folclore húngaro, tarefa essa que contaria com o apoio posterior de Bartók.
Biografia
Kodály compôs durante toda a sua vida. Chegou a recolher mais de 100.000 canções, peças, trechos e melodias populares húngaras, as quais aplicava nas suas composições com singular perfeição técnica. Em 1907 passa a leccionar na Academia Ferenc Liszt, onde dá aulas de composição. Dessa época são as suas produções de dois quartetos de cordas (op.2, 1909 e op.10, 1917 respectivamente), uma sonata para violoncelo e piano (op.4, 1910) uma sonata para violoncelo (op. 8, 1915), e um duo para violino e violoncelo (op.7, 1914). Todos estes trabalhos são de grande originalidade de forma e conteúdo, misturas de grande interesse da mestria ocidental da tradição da composição clássica, romântica, impressionista e modernista com o profundo conhecimento e respeito pelas tradições folclóricas húngaras, eslovacas, búlgaras, albanesas e de outros países do leste europeu.Devido à Primeira Guerra Mundial e às consequentes mudanças geopolíticas na região, e também devido a uma certa timidez pessoal, só em 1923, com a obra Psalmus Hungaricus estreado no concerto de celebração do 50º aniversário da união de Buda e Pest, Kodály atinge uma consagração definitiva e fama mundial. Pouco antes (1919) tinha sido nomeado Subdirector da Academia Húngara de Música, ao que mais tarde juntou outros títulos e nomeações:
- Membro da Academia Húngara de Ciências (1945)
- Presidente da Comissão de Musicologia (1951)
- Presidente do International Folk Music Council (1951)
- Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford (1960)
- Doutor Honoris Causa pela Universidade de Berlim-Leste (1964)
- Doutor Honoris Causa pela Universidade de Toronto (1966)
- Membro Honorário da Academia das Artes e das Ciências dos E.U.A. (1963)
- Presidente honorário da International Society for Music Education
Enquanto pedagogo, o seu nome é associado método Kodály, que revolucionou o sistema de aprendizagem musical até então em vigor, e que é na actualidade muito aplicado em escolas de música. No entanto, não foi o autor isolado dos princípios directores do método: a sua filosofia da educação serviu de inspiração aos seus discípulos que colectivamente compilaram e desenvolveram o método ao longo dos anos
Permaneceu em Budapeste durante a Segunda Guerra Mundial, algo que os húngaros sempre viram como sinal de amor patriótico. Faleceu como herói nacional, respeitado na Hungria e internacionalmente.
Educação Musical, segundo wikipédia.
Educação musical é a educação que torna mais oportuno ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece assistemáticamente na sociedade, por meio, principalmente, da industria cultural e do folclore e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino.
Nem sempre a Educação Musical busca a formação do músico profissional, muito embora para estes os conhecimentos desta área sejam importantes. A Educação Musical no âmbito da escola regular, por exemplo, busca musicalizar o indivíduo, ou seja, dar a ele as condições para que compreenda o que se passa no plano da expressão e no plano do significado quando ouve ou executa música. Musicalizar é dar ao indivíduo as ferramentas básicas para a compreensão e utilização da linguagem musical.
Diversas experiências em Educação Musical aconteceram em diferentes partes do mundo, principalmente no século XX. A preocupação com a Educação Musical, juntamente com o nacionalismo do início do século passado, marcou uma forte tendência mundial. Diversos educadores propuseram métodos e estratégias para a Educação Musical. Entre eles, destacam-se, entre outros:
Nem sempre a Educação Musical busca a formação do músico profissional, muito embora para estes os conhecimentos desta área sejam importantes. A Educação Musical no âmbito da escola regular, por exemplo, busca musicalizar o indivíduo, ou seja, dar a ele as condições para que compreenda o que se passa no plano da expressão e no plano do significado quando ouve ou executa música. Musicalizar é dar ao indivíduo as ferramentas básicas para a compreensão e utilização da linguagem musical.
Diversas experiências em Educação Musical aconteceram em diferentes partes do mundo, principalmente no século XX. A preocupação com a Educação Musical, juntamente com o nacionalismo do início do século passado, marcou uma forte tendência mundial. Diversos educadores propuseram métodos e estratégias para a Educação Musical. Entre eles, destacam-se, entre outros:
- Dalcroze, na Suíça;
- Zoltán Kodály, na Hungria;
- Carl Orff, na Alemanha;
- Suzuki, no Japão;
- Heitor Villa-Lobos, no Brasil;
- Willems, na Bélgica.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O Trompete
Trompete
Por: Israel Cardoso - 19/10/2004 / 13:40 in "http://www.opcaogospel.com.br/reportagens/lerReportagem.asp?id=6"
TROMPETE
História e a sua Origem
Dentre os instrumentos da seção de metais, o trompete é o mais antigo . Quando o túmulo do faraó egípcio Tutankhamon foi aberto, em 1923, foram descobertos dois trompetes retos - um de prata e o outro de cobre datando aproximadamente de 1350 ªC.
Na época medieval, os trompetes era usados em acontecimentos militares ou cerimônias, executando fanfarras brilhantes, baseadas no limitado numero de da série harmônica .
Logo após 1600, o trompete (agora em formato oblongo) foi incorporado à orquestra, no início tocando principalmente em óperas e em música sacra, para reforçar as passagens que expressassem estados de espírito tais como alegria e triunfo .
No final do século XVII, os trompetistas estavam desenvolvendo a difícil arte de tocar no registro agudo, o clarino, onde as notas da série harmônica se encontravam mais próximas. Essas técnica tornou possível tocar melodias em vez de meras fanfarras. Entretanto, durante a época de Mozart e Beethoven, a arte de tocar no clarino havia desaparecido quase que completamente. Os compositores estavam uma vez mais limitados a escrever para a extensão de notas produzidas pelo “trompete natural” - o trompete que, antes da invenção do sistema de válvulas, estava restrito às notas “naturais” da série harmônica . As voltas (tubos adicionais) eram usadas para mudar a afinação básica, mas as notas disponíveis continuavam limitadas à série harmônica do novo comprimento total do tubo .
A fanfarra típica da ilustração abaixo é da ópera Fidélio, de Beethoven, e anuncia a chegada do governador da prisão para salvar Florestan, injustamente aprisionado e condenado à morte.
Várias tentativas foram feitas para aumentar a extensão das notas, mas somente com a invenção do sistema de válvulas é que o problema foi resolvido com sucesso, por volta de 1815. O Sistema de válvulas torna o trompete moderno, hoje em dia, um rival dos instrumentos de sopros, tanto na extensão quanto na agi
lidade.
lidade. CONSTRUÇÃO
Podemos dizer que o trompete nasce na era dos metais. Praticamente todas as civilizações que dominaram a técnica da metalurgia procuraram reproduzir em metal os instrumentos feitos originariamente com chifres de animais. Mesmo se a maioria desses instrumentos nunca chegou até nós, podemos ter uma idéia clara de como eram através de pinturas, esculturas e outras formas de representação iconográfica que se preservaram através dos tempos.
Na sua infância, o trompete era um simples instrumento de sinalização, empregado principalmente pelos guerreiros e posteriormente militares, bem como em alguns rituais religiosos. Devido às suas limitações técnicas, podia emitir umas poucas notas da série harmônica.
Essas características fizeram com que seu ingresso no mundo dos instrumentos musicais fosse ocorrer somente por volta do século XV, na época do renascimento. Ainda limitado em suas possibilidades, o trompete só tocava, então, algumas notas de reforço à harmonia e à marcação rítmica.
A busca de expandir a extensão musical do instrumento fez com que se empregassem instrumentos mais graves para poder utilizar os harmônicos superiores da série harmônica. Esse procedimento levou o trompete ao seu primeiro auge como instrumento musical, no período barroco. Utilizando-se instrumentos que eram normalmente construídos uma oitava abaixo dos que utilizamos hoje em dia e uma técnica virtuosística, o trompete podia executar melodias dentro da linguagem musical da época.
É interessante notar a profunda mudança ocorrida na técnica do trompete: hoje em dia, os concertos escritos na época do barroco só conseguem ser executados em trompetes piccolo, que têm, em geral, um comprimento de apenas um quarto do de seus antecessores, e é por esse motivo que necessitam de um quarto pisto para poderem executar as notas graves inexistentes no instrumento mais curto.
No período clássico, com a evolução da linguagem musical não acompanhada pelo trompete, ele voltou a segundo plano, como instrumento de reforço rítmico e harmônico. O famoso concerto de Haydn, do período clássico, não foi escrito para trompete, mas sim para o cornet da época, instrumento com chaves similares às do saxofone atual.
No início do século XIX, em 1815, o trompista alemão Heinrich Stölzel desenvolveu o primeiro sistema de válvulas para instrumentos de metal, copiado, adaptado e aperfeiçoado por vários outros fabricantes de instrumentos. Em 1939, o construtor francês Périnet patenteou um sistema de válvulas chamado de "gros piston", que é a origem das válvulas que utilizamos até os dias de hoje.
A partir daí, o trompete tornou-se totalmente cromático, reconquistando o status de instrumento musical completo e acompanhando a evolução da linguagem musical.
Nessa sua nova forma, despontou, em meados do nosso século, como um "príncipe" dos instrumentos, dentro da linguagem do jazz.
FAMILIA DO TROMPETE
- Trompete in Sib
- Trompete in C
- Trompete in D
- Trompete in Eb
- Trompete in F
- Trompete in A
- Cornet ou Corneta in Sib
- Piccolo in A e Sib
- Flugelhorn Sib
*Obs.: Existem trompetes em todas as afinações possíveis, mais é utilizado conforme o repertório ou o musico utilizado da técnica da transposição para tocar trechos onde em precisa de um trompete que esta em uma afinação a qual ele não possui o instrumento;
SURDINAS
Quando necessário, o timbre brilhante e penetrante do trompete pode soar de modo emocionante sobre toda a orquestra . Vários tipos de surdina podem ser usados para modificar o timbre ou produzir efeitos especiais. Quando se toca moderadamente, a surdina (straight) suaviza o som, produzindo um efeito misterioso, como se estivesse soando a distância . Porém, se tocada vigorosamente, seu timbre pode tornar-se áspero e sinistro .Os outros tipos de surdina - usados particularmente no jazz e na musica pop - são: wa-wa, cup, plunger .



AFINAÇÃO
O Trompete mais usado na orquestra é afinado em sib (sua parte, assim como a da clarineta em sib, é escrita um tom acima do som real). Entretanto, o trompete em dó também é comumente encontrado na orquestra, assim como os trompetes menores, afinado em ré e fá agudos, são usados para tocar peças que requeiram o registro agudo, clarino, por exemplo, algumas composições de Bach.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Top 10 things you should be doing to maintain your computer by: http://www.pugetsystems.com/articles.php?id=39
| 1. Back up your data. | ||
When was the last time that you backed up your data? Not ‘when was the last time you thought about it’, or ‘when was the last time you told someone how important it is’, but when was the last time you actually backed up your data? And how much will you lose if your current hard drive fails right now and you have to rely on that backup? If you don’t know how, don’t have a regular plan, or just want to see what’s new in the field, Consumer Reports has a good overview of the most common options. Personally, I have very little media on my computer, so I burn my files to CD once a year or so, and copy files to a flash drive in between. It’s quick, inexpensive, and secure enough for my needs. Another decent solution is to use a program like Foldershare to synchronise your files between two computers (even better, two locations). If you have the opportunity, make a full disk image (a ‘snapshot’ of your entire hard drive) immediately after reloading the OS and all your programs. This gives you a clean starting point to go back to if you need to reload everything again, and will be much faster than redoing everything manually. Acronis True Image 11 is good for the job. | ||
| 2. Clean dust from your computer. | ||
Computers are some of the most efficient dust collectors known to man. Aside from looking gross and possibly being an allergy hazard, a dusty computer will trap heat, which can reduce its performance and lifespan. The easiest way to clean it is with compressed air – open up the case, take it outside, and blow the dust out. The exterior of the case can be wiped down with a damp cloth. Be careful about using household cleaners, as they can easily destroy circuit boards. For most computers, cleaning once every year or eighteen months should be adequate. | ||
| 3. Clean up your cabling, and everything else too. | ||
There are probably two things behind your computer: a mess of cables, and dust bunnies. If you’re moving your computer, take the opportunity to clean your desk and floor as well. While I can’t claim that a clean work area will improve your computer’s performance or lifespan, it will certainly improve your peace of mind, and clean cabling will help prevent snags and stresses on your computer ports. If you have a lot of peripherals, consider using cable management of some type. Twist ties work fine, or make a trip to any large office supply store. You can use a full out cable solution, but even a five dollar cable wrap can neaten up your desk considerably.
| ||
| 4. Organize your installation disks | ||
Keep software, peripheral, and driver disks in a single location, preferably close to the computer. A shoebox works fine. Make sure you have them handy before attempting computer maintenance or repairs – it’s amazing what can become necessary in the middle of a lengthy troubleshooting session, and it is common to not know what you're missing until you need it! | ||
| 5. Run antivirus and spyware scans regularly. | ||
Some antivirus programs also protect against adware and spyware, but not all. If yours doesn’t, or if you just want an extra layer of security, AdAware and SpyBot are two of the best known (and free!) products available. While they may not be as destructive as viruses, adware and spyware will compromise privacy and slow your computer drastically. Run scans for them at the same time as your antivirus. | ||
| 6. Clean up your software. | ||
Every few months, look through the ‘Add or Remove Programs’ interface that is found in the control panel. If there’s software on there that you don’t use any more, remove it. This goes triple for browser toolbars, free games, and other resource-eating bits of fluff. Be a little cautious, though – some system drivers appear in this list, and can cause hardware to stop working if you remove them. There’s an excellent scanning utility on Steffen Gerlach’s website that gives a graphical representation of the data stored on your hard drive. This will give you a good idea of just how much room your music collection really takes, or how much space is going to old games. | ||
| 7. Clean up your OS | ||
Windows is not the most efficient operating system, and sometimes needs attention itself. It saves a large amount of unnecessary information, mostly in the form of ‘temporary’ files (which never get deleted) lists of recently performed searches, and the like. There’s an excellent program called CCleaner, which will clear out most of the unneeded data automatically. If you’re interested in further optimizing your OS, there’s a wealth of information available online, including an article on improving XP performance available here on Puget’s website. | ||
| 8. Update everything | ||
The exception to this is motherboard BIOS updates. Flashing a BIOS can be difficult, and if it’s done incorrectly you may need to send the computer for professional repair to get it working again. If the update was specifically released to address problems that you’ve been dealing with, it’s probably worth it. Follow the manufacturer’s directions carefully! Otherwise, leave it alone. | ||
| 9. Defragment | ||
Once your hard drive has been cleaned up, it’s a good time to defragment. This organizes your files, leading to faster disk access times and improved system performance. The Windows defragmenting tool (Start > All Programs > Accessories > System Tools > Disk Defragmenter) works well, or there’s a list of open source and commercial defragmenting software available on Wikipedia if you’d rather use something else. | ||
| 10. Read more articles like this one | ||
Last but not least, continue to read articles like this one, and anything else computer related that catches your eye. The computer industry is constantly changing – even if you have the same computer, there will be innovations that affect you. At the very least, you’ll go into your next computer purchase far better informed than you would be otherwise. We at Puget Systems always encourage our customers to learn about computers in general and their system in particular. Well educated users tend to have fewer difficulties with their system, and besides, we love computers and think everyone else should too! Our commitment is to create a computer to meet your needs and budget, using our experience to assist you every step of the way from the first visit to our website to tech support calls two years later. We accomplish this in part through friendly sales and support reps, an informative website, and publishing articles on a regular basis. Give us a call or email, we’d love to hear from you! | ||
(:
Olá. Antes de mais, bem-vindo ao meu blog.
Eu sou o João, frequento o 12º ano da Escola São Pedro.
Este blogue foi realizado no âmbito da disciplina de Aplicações Informáticas B. Em breve irei colocar mais alguma coisa neste blogue que mostra um bocadinho de mim e do que se faz nas aulas, espero que gostem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

